"Só quando acabar a última migalha", declarou Judith, enfaticamente, colocando seus embrulhos no sofá do camarim. "Você pode não gostar muito, Elinor..." "Eles mataram Maurice!"!
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"Shhh!" disse Elinor em voz baixa. "Não faça alarde. Lá está Doris Leighton acenando para nós do estande de modelos. Ela parece estar ótima, não é? As pequenas férias dela..." "Sra. Dallas. Ela sentia falta da filha e a procurava aterrorizada, o que certamente era natural naquelas circunstâncias. Encontrei-a andando de um lado para o outro na varanda, imaginando o que teria acontecido com Isabella."
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"Café da manhã — uma fatia de torrada seca, um ovo, frutas e uma xícara pequena de café, sem açúcar, sem creme." E eu com duas vacas Jersey cheias do creme mais rico de Hillsboro, no meu pasto! Judith, com as bochechas coradas e pálidas e o tom de voz calmo e convicto, contou a eles como havia pensado nisso primeiro "por diversão, como um enredo para uma história" e depois como havia se lembrado de que Doris Leighton tinha as chaves de Elinor com acesso ao armário onde os dois estudos para os projetos do prêmio foram deixados naquela noite em que Elinor adoeceu; como ela havia descoberto, por meio da irmã mais nova de Doris, que Doris havia feito seu estudo para o prêmio Roberts a partir de um pequeno esboço colorido "assim como Elinor". "O que foi?" insistiu Patricia, cutucando-a para chamar sua atenção, mas o olhar de Judith vagava por todos os lados em busca de Elinor, e ela respondeu distraidamente. "Lá está ela, no banco dos réus com Griffin", murmurou, consternada. "Eu nunca poderei deixá-la saber. Gostaria de poder encontrar o olhar dela; a senhora não pode fazer um sinal para ela, Srta. Pat? A senhora é mais alta do que eu."
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